Ampliar as melhorias necessárias, fortalecer o trabalho institucional e criar uma governança conjunta com maior eficiência. Foi com esses objetivos que o governo do Estado, por meio da Secretaria de Indústria, Ciência e Tecnologia (Seict), apoiou a criação da Associação de Indústrias do Parque Industrial (Aipi) de Rio Branco. O ato de fundação da nova entidade foi realizado na tarde de terça-feira, 27, na sede da Cooperativa dos Extrativistas do Acre (Cooperacre) na capital.
O espaço é um dos principais polos produtivos do estado, com cerca de 42 indústrias em operação. Juntas, as empresas são responsáveis pela geração de cerca de mil empregos diretos. Além do apoio dado no processo de criação da Aipi, o Estado também prestou consultorias que auxiliaram na construção do estatuto da instituição e outras questões legais. A proposta é melhorar a gestão do espaço e otimizar as políticas públicas, além de criar um ambiente mais organizado e eficiente.

Titular da Seict, Assurbanípal Mesquita destacou que a associação fortalecerá a capacidade de planejamento e execução de ações. “Esse modelo consolida uma parceria estratégica, criando instrumentos públicos e privados para fortalecer a gestão do nosso parque. É um avanço importante na forma como o poder público e a iniciativa privada dialogam. Quando há organização e união, o associativismo cria bases para ampliar mais a geração de emprego e renda”.
Nomeado presidente da Aipi, o empresário Carlos Rocha ressaltou que o apoio institucional do governo foi decisivo para a criação da entidade. Ele destacou que a presença do Estado confere legitimidade e incentiva a adesão de novos empresários. “Quando o governo participa, a associação ganha força e credibilidade. Ela está nascendo com 11 filiados. Mas vamos potencializar e chamar outras empresas do parque para que possamos alcançar a totalidade”, disse.

Já Manuel Monteiro, superintendente da Cooperacre e associado da nova instituição, destacou que o associativismo é uma ferramenta para enfrentar desafios comuns. Segundo ele, a organização coletiva permite buscar soluções conjuntas para demandas recorrentes. “A união ajuda a organizar reivindicações e a dialogar de forma mais eficiente com o poder público. Isso é vantajoso, coletivamente, por dar mais força às reivindicações. Teremos muitas boas conquistas”.
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