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Edvaldo Magalhães defende diálogo e análise do texto antes de votação de proposta para servidores

Durante a sessão desta quarta-feira (1), na Assembleia Legislativa do Estado do Acre (Aleac), o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB), utilizou a trib...

01/04/2026 14h13
Por: Redação068
Fonte: Aleac
Foto: Reprodução/Aleac
Foto: Reprodução/Aleac

Durante a sessão desta quarta-feira (1), na Assembleia Legislativa do Estado do Acre (Aleac), o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB), utilizou a tribuna para comentar a expectativa dos servidores públicos em relação à proposta do governo do Estado voltada às categorias do funcionalismo.

Ao iniciar sua fala, o parlamentar cumprimentou os servidores presentes nas galerias da Casa, e informou que esteve reunido momentos antes com representantes sindicais na sala das comissões, ouvindo as diferentes opiniões das categorias.

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Segundo ele, apesar da expectativa em torno da proposta anunciada pelo governo, o documento ainda não havia chegado oficialmente à Assembleia até o momento da leitura do expediente. “Há uma opinião que a gente só pode externar depois que tomar conhecimento da proposta que o governo disse que mandaria hoje pela manhã e que até este momento da leitura do expediente ela não chegou. Quando chegar, certamente será lida aqui no plenário para que a gente possa discutir o conteúdo e saber se o que foi dito está realmente escrito”, disse.

O deputado explicou que somente após a leitura oficial da matéria será possível analisar o conteúdo e discutir possíveis mudanças, respeitando o processo legislativo. “Depois da leitura, o conteúdo da proposta fará com que a gente discuta o que está escrito e também possa propor ou não emendas e alterações. É assim que funciona o processo legislativo”.

Edvaldo Magalhães também afirmou que há compromisso da Assembleia em votar a proposta ainda nesta quarta-feira, independentemente do horário em que o texto for encaminhado ao parlamento. “O compromisso que eu tenho certeza que nós temos aqui na Casa é de votar hoje, seja o que for, mas vamos votar. Se vai ser mais cedo ou mais tarde, isso depende da hora em que a proposta chegar aqui”.

O parlamentar ainda ressaltou que os deputados têm autonomia para exercer seus mandatos e participar da construção do texto legislativo. “Tem uma coisa que não vai acontecer: o governo dizer se o parlamentar vai ou não defender o seu mandato. Ninguém vai dizer se eu devo ou não apresentar emenda. A liberdade da construção do processo legislativo precisa ser respeitada”, enfatizou.

Ao concluir, Magalhães destacou que defende o diálogo e a construção de consensos antes de qualquer decisão. “Eu sou da construção do entendimento. Prefiro passar uma hora construindo entendimento do que dez minutos construindo desentendimento. Quero ler a proposta para poder opinar sobre o que vai estar escrito”.

Texto: Mircléia Magalhães/Agência Aleac

Foto: Henrique Silva