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Acre

Fapac apresenta artigo sobre governança e inclusão social do Programa Mentes Azuisno 2º Congresso do Conseplan

O governo do Acre, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Acre (Fapac), participou do 2º Congresso do Conselho Nacional de Secretár...

08/05/2026 19h12
Por: Redação068
Fonte: Secom Acre
Foto: Reprodução/Secom Acre
Foto: Reprodução/Secom Acre

O governo do Acre, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Acre (Fapac), participou do 2º Congresso do Conselho Nacional de Secretários do Planejamento (Conseplan) com a apresentação do artigo científico “Governança e transversalidade orçamentária em âmbito estadual: uma avaliação da eficiência do Programa Mentes Azuis como investimento em ciência cidadã”. O estudo foi desenvolvido pelos pesquisadores Zenilda Alves Barboza da Silva, Moisés Diniz Lima e Weruska Bezerra.

Zenilda Alves Barboza da Silva representou a equipe autora do estudo. Foto: cedida
Zenilda Alves Barboza da Silva representou a equipe autora do estudo. Foto: cedida

A apresentação foi conduzida por Zenilda Alves Barboza da Silva, representando a equipe autora do estudo. Durante cerca de três horas de debates e exposições, foram destacados os impactos sociais e científicos do Programa Mentes Azuis como estratégia inovadora de integração entre políticas públicas, participação social e ciência cidadã na Amazônia acreana.

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Em sua fala, Zenilda emocionou o público ao destacar os resultados humanos alcançados pelo programa.“O que mais me marcou não foram apenas os resultados técnicos, mas os olhares que mudaram, a autoestima que foi reconstruída, o sentimento de pertencimento que nasceu. O governo do Estado do Acre, ao apoiar o Mentes Azuis, não investiu apenas em um programa, investiu em pessoas, histórias e futuros”, afirmou.

Artigo analisa os impactos do programa no fortalecimento da governança pública, especialmente diante dos desafios relacionados ao Transtorno do Espectro Autista e à deficiência intelectual no Acre. Foto: cedida
Artigo analisa os impactos do programa no fortalecimento da governança pública, especialmente diante dos desafios relacionados ao Transtorno do Espectro Autista e à deficiência intelectual no Acre. Foto: cedida

A pesquisadora também ressaltou o protagonismo das famílias atípicas dentro do projeto e o caráter inovador da iniciativa no país. “Hoje, eu posso dizer com convicção: quando damos oportunidade, quando escutamos e incluímos de verdade, nós não transformamos só políticas públicas, nós transformamos vidas. Temos 242 mães pesquisadoras do autismo no Acre, as mães atípicas. Isso é inédito no Brasil. Esse modelo de governança e transversalidade pode ser replicado”, destacou.

O artigo analisa os impactos do programa no fortalecimento da governança pública, especialmente diante dos desafios relacionados ao Transtorno do Espectro Autista e à deficiência intelectual no Acre. Segundo o estudo, o Programa Mentes Azuis consolidou-se como modelo de gestão participativa e transversal, promovendo ações como busca ativa, diagnósticos nos 22 municípios acreanos, fortalecimento das associações da sociedade civil e ampliação do acesso às políticas públicas voltadas às famílias atípicas.

O ex-presidente da FAPAC e idealizador do programa, Moisés Diniz Lima, destacou que o reconhecimento nacional reforça a importância de políticas públicas construídas com base na ciência e na participação social.

Moisés Diniz destacou a importância da pesquisa ter recebido o reconhecimento nacional. Foto: Cedida
Moisés Diniz destacou a importância da pesquisa ter recebido o reconhecimento nacional. Foto: Cedida

“O Mentes Azuis nasceu do compromisso de dar visibilidade às famílias atípicas e transformar dor em acolhimento, pesquisa e cidadania. Ver esse trabalho sendo apresentado nacionalmente mostra que o Acre pode ser referência em inclusão, governança e cuidado com as pessoas”, afirmou.

A coordenadora de Planejamento da FAPAC, Weruska Bezerra, ressaltou a importância da presença da instituição em espaços técnicos e científicos nacionais. “A FAPAC participar do Conseplan representa uma oportunidade de demonstrar como o Acre vem construindo políticas públicas baseadas em evidências, integração institucional e participação social. O Programa Mentes Azuis mostra que investir em ciência cidadã é investir em inclusão, cuidado e transformação social”, disse.

O presidente da FAPAC, Reyson Corrêa, enfatizou que o reconhecimento do trabalho em um congresso nacional reforça o protagonismo acreano na construção de políticas públicas inovadoras.

“Esse artigo demonstra a capacidade técnica da FAPAC e o compromisso do Governo do Acre em transformar conhecimento científico em políticas públicas que impactam diretamente a vida das pessoas. O Programa Mentes Azuis é um exemplo de como planejamento, pesquisa e sensibilidade social podem caminhar juntos”, declarou.

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