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Judiciário

Fonaje reúne juristas do Brasil, Bolívia e Peru em Rio Branco

Encontro nacional dos Juizados Especiais será realizado de 27 a 29 de maio, na Ufac, com participação de mais de 350 inscritos e debates sobre a prestação jurisdicional.

23/05/2026 13h17
Por: Redação068
Fonte: Assessoria
Foto: Cedida/Assessoria
Foto: Cedida/Assessoria

Rio Branco será sede do 57º Fórum Nacional de Juizados Especiais, o Fonaje, entre os dias 27 e 29 de maio, na Universidade Federal do Acre. A programação deve reunir mais de 350 participantes de diferentes estados brasileiros, além de comitivas do Departamento de Pando, na Bolívia, e da Província de Madre de Dios, no Peru. (Poder Judiciário do Estado do Acre)

O evento terá 17 palestrantes, mediadores e painelistas, com foco na troca de experiências, no debate sobre práticas adotadas nos Juizados Especiais e na melhoria dos serviços judiciais prestados à população. A agenda também prevê o lançamento de três livros durante o encontro. 

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A abertura será realizada na quarta-feira, 27, às 17h30, com conferência magna da ministra Nancy Andrighi, do Superior Tribunal de Justiça. Natural de Soledade, no Rio Grande do Sul, ela ingressou no STJ em 1999 e foi a segunda mulher a ocupar o cargo de ministra na Corte. 

Entre os nomes confirmados na programação estão Fernando da Fonseca Gajardoni, secretário judicial da Presidência do STJ e professor na área de processo civil, e o desembargador José Henrique Torres, do Tribunal de Justiça de São Paulo, que atua em temas ligados aos direitos humanos e às ciências criminais. 

A programação também contará com a participação das juízas Admarcia Machado, do Tribunal de Justiça do Acre; Fabiana Peregrino, do Tribunal de Justiça da Bahia; e Patrícia Ceni, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso. Também integram a lista representantes do TJAC e de outros tribunais estaduais, além de ex-presidentes do Fonaje. 

Com a presença de magistrados brasileiros e de representantes dos países vizinhos, o encontro busca ampliar o diálogo institucional na região de fronteira e discutir soluções voltadas ao funcionamento dos Juizados Especiais, área responsável por causas de menor complexidade e por demandas de acesso mais rápido à Justiça.