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Governo do Acre trata revitalização de escolas rurais e indígenas como prioridade da gestão

Ao proporcionar um ambiente mais adequado para o exercício do aprendizado, a realização de manutenções prediais, reformas e ampliações favorece dir...

29/06/2026 11h53
Por: Redação068
Fonte: Secom Acre
Foto: Reprodução/Secom Acre
Foto: Reprodução/Secom Acre

Ao proporcionar um ambiente mais adequado para o exercício do aprendizado, a realização de manutenções prediais, reformas e ampliações favorece diretamente a atividade educacional. Por isso, o governo do Acre, desde 2022, já investiu mais de R$ 53,5 milhões nessas ações, em 256 escolas rurais e indígenas, em todos os 22 municípios do estado.

Destaque-se que na Região Norte, sobretudo no Acre, o “custo Amazônia” faz das manutenções e revitalizações um verdadeiro desafio de logística, já que levar materiais e implementos às localidades mais remotas do estado requer um esforço que não pode ser calculado em planilhas.

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Das 592 escolas da rede pública de ensino, que conta com 35.748 estudantes, 144 delas são indígenas, com 6.021 alunos, e outros 263 estabelecimentos são rurais, com 29.727 alunos. As intervenções beneficiam diretamente essas comunidades.

Manutenção predial já chegou a mais de 250 escolas rurais e indígenas. Foto: Mardilson Gomes/SEE
Manutenção predial já chegou a mais de 250 escolas rurais e indígenas. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Realizadas pelo Departamento de Manutenção da Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE), as obras incluem pintura, substituição de barrotes, troca de telhas, adequação de banheiros, cercamento, instalação de pórticos de identificação e de caixas d’água, além de ações em sala de aula e outras.

Investir na infraestrutura das escolas é garantir mais dignidade para as crianças, para os jovens e também para os profissionais da Educação que trabalham nessas comunidades”, diz Maísa Andrade, arquiteta do departamento. E completa: “As intervenções tornam o ambiente escolar mais seguro, acessível e acolhedor, proporcionando melhores condições para o desenvolvimento das atividades pedagógicas”.

Manutenção predial das escolas no Acre leva em conta o “custo Amazônia”. Foto: Mardilson Gomes/SEE
Manutenção predial das escolas no Acre leva em conta o “custo Amazônia”. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Nesta semana, sob a coordenação do engenheiro Gabriel Martins, o departamento realizou vistorias técnicas em diversos estabelecimentos localizados em Plácido de Castro, Capixaba, Epitaciolândia e Assis Brasil, que passam por intervenções da SEE.

“Estava precisando”

Das equipes gestoras, o que se ouve, quando se inicia e conclui intervenções de manutenção predial, é que o prédio “estava precisando”. Coordenadora administrativa da Escola Franklin Roosevelt, localizada em Plácido de Castro, Gilza Melo relata: “Fazia tempo que a gente precisava dessa pintura, da restauração da calçada, até porque a nossa escola fará 80 anos em outubro e é tudo muito antigo, embora a gente passe por manutenções periódicas”.

Coordenadora Gilza Melo diz que escola estava precisando da manutenção predial. Foto: Mardilson Gomes/SEE
Coordenadora Gilza Melo diz que escola estava precisando da manutenção predial. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Também a coordenadora administrativa da Escola Argentina Pereira Feitosa, de Capixaba, Antônia Cruz, atesta os benefícios da ação. “Isso aqui é um sonho, a gente fica muito feliz com essa obra, está ajudando muito, porque desde 2013 a gente não passa por uma manutenção como essa, que inclui a pintura, o muro, que pela primeira vez está sendo reformado, além da calçada para o bicicletário e a cobertura para ampliar o refeitório. Por isso, a gente só tem a agradecer à equipe”, afirma.

E na Escola Brasil-Bolívia, em Epitaciolândia, a coordenadora administrativa Raimunda Dias é mais uma a opinar que a manutenção melhorou muito o padrão do estabelecimento.

Diretor Charles Martins: “É importante que o governo cuide do patrimônio público com responsabilidade”. Foto: Mardilson Gomes/SEE
Diretor Charles Martins: “É importante que o governo cuide do patrimônio público com responsabilidade”. Foto: Mardilson Gomes/SEE

“A Sala 7 estava com pintura velha, sem condições de funcionar, o teto estava caindo e, quando chovia, molhava dentro. Agora ficou muito melhor”, disse. A gestora conta que também que a cozinha era muito pequena, assim como a sala da diretoria. “Agora temos até banheiro com acessibilidade”, comemora.

Da Escola Íris Célia Cabanellas Zannini, em Assis Brasl, o diretor Charles Martins também ressalta a importância das intervenções no local, que atende mais de mil alunos, divididos entre os ensinos fundamental II, médio e a Educação de Jovens e Adultos (EJA), à noite. E aponta também o benefício da iniciativa para a cidadania e para as gerações futuras. “É importante que o governo cuide do patrimônio público com responsabilidade”, analisa.

Nova cara

As manutenções e revitalizações também são comemoradas pelos funcionários dos estabelecimentos, como Océlio Maciel, que é apoio administrativo na Escola Nova Esperança, localizada no km 17 do Ramal da Alcobrás, em Capixaba. O estabelecimento possui em torno de 180 alunos e foi inaugurada em julho de 2012.

Océlio Maciel diz que Escola Nova Esperança ganhou “nova cara”. Foto: Mardilson Gomes/SEE
Océlio Maciel diz que Escola Nova Esperança ganhou “nova cara”. Foto: Mardilson Gomes/SEE

“Essas intervenções estão ajudando muito a nossa escola, estão dando uma nova cara e melhorando muito o ambiente para os nossos estudantes”, observa.

Outra servidora que comemora a manutenção predial é Edilania Martins, da Íris Célia Cabanellas: “A manutenção está ficando muito boa e vai melhorar muito o ambiente para os estudantes”.

Ambiente limpo

As intervenções de manutenção predial e de revitalização das escolas também são vistas como positivas pelos estudantes, a quem a reforma irá proporcionar um ambiente mais limpo e arejado para estudar e aprender.

Alunos da Escola Argentina Feitosa, em Capixaba, percebem que agora têm um ambiente melhor para estudar. Foto: Mardilson Gomes/SEE
Alunos da Escola Argentina Feitosa, em Capixaba, percebem que agora têm um ambiente melhor para estudar. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Vinicius de Oliveira, da série do ensino médio da Escola Argentina Feitosa, acredita que a manutenção “vai beneficiar muitos alunos”.

Outra aluna que está aprovando as intervenções é Andreia de Andrade. “A manutenção está trazendo uma imagem boa para a nossa escola, a pintura está ajudando bastante, tornando o ambiente mais limpo, o que ajuda na aprendizagem”, constata.

Unidos até no trabalho

O conjunto de obras também representa a geração de postos de trabalho e renda, que, quando envolve famílias, melhor ainda. É o caso de Elias Antônio Campos e Antônia Borges. Casados há 15 anos, há pelo menos dois realizam juntos a atividade de pintura nas escolas.

Atualmente, dedicam-se à Escola Brasil-Bolívia, em Epitaciolândia. “Ela é meu braço direito”, diz Elias. Antônia, por sua vez, destaca que é “muito satisfatório” trabalhar com o marido. Após a conclusão da tarefa que desenvolvem, seguirão juntos para uma empreitada na Escola Belo Porvir, também em Epitaciolândia.

Elias e Antônia: casal trabalha junto na pintura de escolas da rede pública. Foto: Mardilson Gomes/SEE
Elias e Antônia: casal trabalha junto na pintura de escolas da rede pública. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Já Cleudo da Silva atua como pedreiro na Escola Franklin Roosevelt, em Plácido de Castro. Também trabalha com madeira e faz de tudo um pouco. “Que não nos falte serviço”, deseja.

Cleudo Souza: “Que não nos falte serviço”. Foto: Mardilson Gomes/SEE
Cleudo Souza: “Que não nos falte serviço”. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Trabalhando como auxiliar de pedreiro na Escola Nova Esperança, localizada na zona rural de Capixaba, Luiz Carlos de Oliveira se mostra contente com a experiência: “Estou muito feliz e gostando de trabalhar aqui”.

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