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Estado

Estado inicia obra de revitalização do Casarão

Estado inicia obra de revitalização do Casarão

07/11/2022 21h56Atualizado há 4 anos
Por: Redação068
Previsão de entrega é para, no máximo, três meses. Foto: Diego Gurgel/Secom
Previsão de entrega é para, no máximo, três meses. Foto: Diego Gurgel/Secom

Teve início nesta segunda-feira, 7, a reforma do espaço cultural conhecido por Casarão. No local ocorrem feiras, exposições de artesanatos, de livros, entre outras modalidades. Além disso, durante o período invernoso, costuma ser local de realização do famoso forró do Senadinho.

E para dar mais comodidade e melhores condições aos frequentadores do espaço, fez-se necessário um projeto de reforma do ambiente. Com o início das obras, a previsão de entrega é para, no máximo, três meses.

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Previsão de entrega é para, no máximo, três meses. Foto: Diego Gurgel/Secom

“Essa é uma obra importante para a cultura, por se tratar de um espaço histórico do nosso estado. E é com imensa alegria que presencio essa reforma. Em breve estaremos entregando esse espaço para os fazedores de cultura promoverem suas ações”, enfatiza o coordenador do Casarão, José Alencar.

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Na parte superior do prédio existem três salas, uma em homenagem ao jornalista cultural Chico Pop, outra de memória do próprio espaço, com uma sala de multimeios, e a terceira especialmente para exposição de artesanato.

No térreo, há amplo salão aberto destinado a eventos e atividades culturais, que serão retomados com a reabertura do espaço, que também dispõe de estacionamento para seus usuários.

Histórico

O Casarão, localizado no centro da capital Rio Branco, foi construído na década de 1930 para servir de residência ao governador do ex-território do Acre, Manoel Fontenele de Castro. Posteriormente, após passar a herdeiros, em outra fase do prédio, na década de 1980, foi alugado e se tornou um bar. Pouco tempo depois, tornou-se também restaurante, servindo comidas regionais e alimentos naturais.

O prédio foi tombado pelo Conselho Estadual de Patrimônio Histórico e Cultural no dia 13 de agosto de 2009, por iniciativa da sociedade civil, sendo homologado o tombamento no dia 30 de abril de 2010, por meio do Decreto nº 5.235. Desde então, passou a ser administrado pela Fundação de Cultura Elias Mansour.

Fhaidy Acosta / Assessoria - Agência de Notícias