Parlamentar também registra o Dia do Jornalista e destaca papel da imprensa na cobertura das atividades da Aleac
Durante a sessão desta terça-feira (7) na Assembleia Legislativa do Estado do Acre (Aleac), o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) utilizou a tribuna para registrar o Dia do Jornalista e fazer uma análise do momento político vivido pelo governo estadual, especialmente diante das movimentações partidárias e da transição administrativa no Palácio Rio Branco.
Ao iniciar sua fala, o parlamentar parabenizou os profissionais da imprensa que acompanham diariamente os trabalhos legislativos na Casa, pela data celebrada nacionalmente no dia 7 de abril, quando se comemora o Dia do Jornalista.
Segundo ele, os jornalistas exercem um papel essencial na divulgação das informações para a sociedade. “Quero, em nome daqueles que cobrem a nossa casa todas as semanas, que vêm aqui lutar, testemunhar e às vezes reclamar da falta de uma boa pauta, parabenizá-los pela tarefa hercúlea de levar a boa informação. Não é fácil ser jornalista”, afirmou.
Na sequência, Edvaldo Magalhães comentou as movimentações políticas decorrentes do período de filiações partidárias e as especulações sobre mudanças na estrutura do governo estadual. Para ele, o cenário tem gerado debates intensos nos bastidores da política acreana.
Mesmo afirmando que cabe exclusivamente ao governo definir sua equipe administrativa, o parlamentar disse que a oposição tem o papel de analisar os acontecimentos e alertar para possíveis impactos na gestão pública.
O deputado relatou que, ao consultar o Diário Oficial do Estado do Acre na manhã desta terça-feira, observou a ausência de novas nomeações no primeiro escalão do governo, o que, segundo ele, pode indicar um momento de indefinição administrativa.
O oposicionista demonstrou preocupação especialmente com a área da saúde, destacando que o setor não pode sofrer descontinuidade na tomada de decisões. Ele citou a necessidade de liderança clara para garantir o funcionamento de serviços essenciais, como transferências de pacientes e atendimentos de urgência.
“Se tem uma área que não pode ter vácuo administrativo, é a saúde. Toda hora morre gente, precisa de decisão, precisa de comando. Às vezes, para que uma aeronave decole em uma remoção emergencial, é necessária autorização da gestão”, enfatizou.
Ao concluir, o parlamentar reforçou o apelo para que as decisões administrativas sejam tomadas com celeridade, a fim de garantir a continuidade dos serviços públicos, especialmente na área da saúde.
Texto: Mircléia Magalhães/Agência Aleac
Foto: Sérgio Vale