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Nazaré Araújo defende reajuste das verbas da merenda escolar e plano de reposição de conteúdo de ensino pós-pandêmico

Nazaré Araújo defende reajuste das verbas da merenda escolar e plano de reposição de conteúdo de ensino pós-pandêmico

16/09/2022 22h24Atualizado há 3 anos
Por: Redação068
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

A falta de um plano de reposição de conteúdo pós-pandêmico aos alunos da rede estadual de ensino e o congelamento das verbas para a merenda escolar são situações que causam preocupação à candidata ao Senado Nazaré Araújo (PT). Durante evento com profissionais da Educação do Acre na noite de quinta-feira, 15, em Rio Branco, ela apresentou propostas em benefício aos alunos e servidores públicos.

“Os governos populares já mostraram o seu compromisso com a Educação. O primeiro plano dos servidores feitos no Acre foi o dessa categoria. Foram os governos populares que fizeram os investimentos na formação e na rede escolar. E nós temos o grande compromisso de fazer muito mais”, declarou.

Durante o evento, Nazaré Araújo se solidarizou com a situação enfrentada por professores, coordenadores e diretores dentro das escolas públicas estaduais e municipais. Os profissionais denunciaram que têm tirado do próprio bolso para repor materiais básicos. Durante a pandemia, tiveram que arcar também com internet para garantir as aulas remotas.

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Em locais de difícil acesso, como na Floresta Estadual do Antimary, as aulas ficaram paradas por quase três anos, afirmou a ex-vice-governadora. Ela esteve no local na semana passada e ouviu da comunidade que o “prato extra” anunciado em propagandas oficiais do governo do Estado nunca chegou ali, nem mesmo cestas básicas foram distribuídas durante a pandemia.

Outra grande queixa das famílias de crianças autistas e dos próprios diretores das escolas está relacionada à falta de mediadores, profissionais que garantem a inclusão de alunos com autismo ou algum tipo de deficiência.

Vale lembrar também que a merenda escolar segue sem reajuste federal há 5 anos, o que compromete consideravelmente a qualidade da alimentação dos alunos. De acordo com o Estadão, em agosto deste ano, a gestão Jair Bolsonaro vetou o reajuste, com correção pela inflação, aprovado pelo Congresso. A justificativa foi que isso poderia drenar verbas de outros programas e estourar o teto de gastos.

“Vamos destravar os valores que foram amarrados em 2017 pelo presidente Temer. Precisamos levantar esse teto de gastos que foi colocado a partir de 2017 para a Educação e para a Saúde. Esse é o meu compromisso junto a Lula, Jorge Viana e com o Marcus Alexandre. Eu quero estar no Senado da República, com o apoio do povo do Acre, para que seu filho possa ter acesso a uma boa formação educacional”, disse.