
Produção jornalística semanal da TV Brasil, o Caminhos da Reportagem que leva o telespectador para uma viagem pelo país e pelo mundo atrás de grandes histórias, com uma visão diferente, instigante e complexa de cada um dos assuntos escolhidos. Dessa vez o programa veio ao Acre, foi até Cruzeiro do Sul conhecer a farinha de mandioca, produto que movimenta economia local.
A reportagem vai ao ar neste domingos às 22h (horário Brasilia) 20h Acre.
Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Sintonize: https://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar.
Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play, pelo site https://tvbrasilplay.com.br/ ou por aplicativo no smartphone. O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV: https://tvbrasil.ebc.com.br/webtv.
Serviço
Caminhos da Reportagem – domingo, dia 11/12, às 22h, na TV Brasil
Facebook – https://www.facebook.com/tvbrasil
Twitter – https://twitter.com/TVBrasil
Instagram – https://www.instagram.com/tvbrasil
YouTube – https://www.youtube.com/tvbrasil
TikTok – https://www.tiktok.com/@tvbrasil
Para saber como sintonizar a TV Brasil em sua cidade, acesse: tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar

O Caminhos da Reportagem inédito que a TV Brasil leva ao ar no domingo (11), às 22h, viaja até Cruzeiro do Sul (AC) para conhecer a produção de farinha de mandioca, do plantio até a venda nos mercados. Desde 2017, a farinha da cidade acreana conta com o selo de Indicação Geográfica (IG) do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), que reconhece a qualidade e tradição de um produto a partir das condições ambientais e modo de fazer local.
Durante o episódio "Farinha, a estrela do Acre" - da série especial “Riquezas da Nossa Terra” produzida em parceria com o Sebrae -, o programa revela que a farinha vem conquistando mercados dentro e fora do Brasil. O produto é resultado da mistura da cultura índigena da mandioca com a os hábitos dos nordestinos que migraram para o Norte do país.
“Os indígenas tiveram um papel de grande relevância na passagem de seus conhecimentos ancestrais para o homem branco. Eles passaram essa forma cultural deles de fazer a farinha, que é mantida secularmente até hoje”, explica o historiador Marcélio Generoso.