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Governo do Acre realiza 1° Encontro Estadual de Vigilância Socioassistencial em Rio Branco

Com o objetivo de qualificar trabalhadores da Assistência Social de todo o estado, o governo do Acre, por meio da Secretaria de Assistência Social ...

29/05/2026 18h11
Por: Redação068
Fonte: Secom Acre
Foto: Reprodução/Secom Acre
Foto: Reprodução/Secom Acre

Com o objetivo de qualificar trabalhadores da Assistência Social de todo o estado, o governo do Acre, por meio da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), realizou nesta sexta-feira, 29, o 1° Encontro Estadual de Vigilância Socioassistencial, no Palácio da Justiça, em Rio Branco.

Primeiro Encontro da Vigilância aborda quatro temas centrais. Foto: Deyse Cruz-Noronha/SEASDH
Primeiro Encontro da Vigilância aborda quatro temas centrais. Foto: Deyse Cruz-Noronha/SEASDH

A Vigilância Socioassistencial é a função do Sistema Único de Assistência Social (Suas) responsável por mapear vulnerabilidades e riscos nos territórios. Já o Prontuário Suas é o instrumento de registro unificado que documenta o acompanhamento de famílias e indivíduos. Juntos, eles conectam o atendimento individual às diretrizes gerais da assistência social.

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A secretária adjunta da SEASDH, Sandra Amorim, destacou durante a realização do encontro, que é na vigilância socioassistencial que são produzidos dados científicos.

“A gente dá cientificidade para a prática profissional do dia a dia nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras), nos Centros de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), no Bolsa Família e no Cadastro Único. Na assistência, a gente consegue monitorar todos esses dados, usar essas informações para fomentar a política pública e, o mais importante disso, é termos o registro da realidade do território”, destacou.

Vigilância Socioassistencial tem como objetivo a produção, sistematização, análise e disseminação de informações territorializadas. Foto: Deyse Cruz-Noronha/SEASDH
Vigilância Socioassistencial tem como objetivo a produção, sistematização, análise e disseminação de informações territorializadas. Foto: Deyse Cruz-Noronha/SEASDH

O encontro tem como objetivo principal produzir, analisar e disseminar dados territorializados sobre vulnerabilidades, riscos e violações de direitos. A vigilância permite o planejamento preventivo e a adequação dos serviços públicos às necessidades reais da população.

Representando o governo federal, o diretor de Monitoramento e Avaliação da Secretaria de Avaliação, Gestão da Informação e Cadastro Único, Geraldo Andrade Filho, ministrou palestra sobre a importância da gestão do Cadastro Único com a Vigilância Socioassistencial para a leitura do território a partir do Cadastro Único.

Gestores federais do Mds participaram de duas mesas de discussão durante a manhã. Foto: Deyse Cruz-Noronha/SEASDH
Gestores federais do Mds participaram de duas mesas de discussão durante a manhã. Foto: Deyse Cruz-Noronha/SEASDH

Geraldo enfatizou que a secretaria em que atua tem papel fundamental no apoio, diagnóstico e fortalecimento do Cadastro Único.

“O Cadastro gera para a vigilância esse conjunto de informações fundamentais para que a gente possa atuar no território da melhor forma possível. Mas, para além do Cadastro Único, como vocês sabem, ele é um instrumento que contém muita informação das famílias e dos indivíduos. É um universo grande de informações que a gente, lá na secretaria, ajuda a traduzir em dados e informação qualificada para atuação da Vigilância Socioassistencial”, afirmou o representante.

Já o gestor da Secretaria Nacional de Assistência Social, Paulo Eugênio Clemente, enfatizou que o papel da vigilância é conhecer as informações sobre o que é feito na área da assistência social e sobre o público-alvo. “Ou seja, quem são as pessoas que precisam da assistência social. São homens, mulheres, idosos, crianças, povos indígenas e outros povos e comunidades tradicionais. Porque cada um desses públicos específicos tem uma necessidade específica de proteção, um serviço específico e um benefício específico para suas necessidades”, completou.

Igor veio de Jordão participar do encontro estadual. Foto: Deyse Cruz-Noronha/SEASDH
Igor veio de Jordão participar do encontro estadual. Foto: Deyse Cruz-Noronha/SEASDH

Em uma integração entre os municípios, o encontro reuniu representantes do interior do estado e da capital. O psicólogo do Cras, Igor Menezes, veio diretamente do município de Jordão para participar dos eventos do Sistema Único de Assistência Social (Suas) e destacou a importância da participação dos municípios.

“É muito importante para nós, dos municípios, estarmos participando desses eventos e capacitações, onde a gente pode adquirir muito conhecimento e repassar ao controle social e à vigilância socioassistencial”, disse.

Sob o olhar do controle social, a vice-presidente do Conselho Estadual de Assistência Social (Ceas), Ivanete Rodrigues, ressaltou que “a vigilância é o setor que vai poder nos trazer um panorama das vulnerabilidades, das potencialidades e dos diagnósticos dos serviços nos territórios”.

Temas debatidos:

• Mesa 1 – Vigilância Socioassistencial: função estratégica que amplia a proteção social
• Mesa 2 – A importância da gestão do Cadastro Único com a Vigilância Socioassistencial para leitura do território a partir do Cadastro Único
• Mesa 3 – Painel de Indicadores Sociais do Ministério Público do Acre
• Mesa 4 – Painéis de Indicadores da Vigilância Socioassistencial

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